«Na área da neurobiologia, estudos apoiados em resultados de eletroencefalografia durante o estado “paixão” comprovam que apresenta a mesma elevada actividade como aquela registrada durante a libido. Quando alguém se apaixona regista-se maior produção de dopamina, responsável pelo estado de euforia; adrenalina, responsável pela excitação; endorfina, [responsável] pela sensação de felicidade e bem estar e finalmente eleva a testosterona que contribui para a maior apetência sexual. Simultaneamente são libertados substâncias químicas, os feromônios, que exercem atração olfativa em animais da mesma espécie. Por outro lado diminui drasticamente o nível de serotonina, o que faz com que o estado “estar apaixonado” se assemelhe ao estado registrado durante outras doenças psíquicas. Por isso muitos apaixonados se comportam mais impulsivamente, sem inibição como se estivessem fora do seu controlo racional. Após alguns meses, o corpo se acostuma as estas elevadas doses (segundo a OMS dura no máximo 24 a 36 meses) e diminui gradualmente a “intoxicação” do cérebro.»
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