« o olhar vivo de méliès pousa sobre um mundo novo e descobre-o com a hábil e minuciosa candura dos primitivos. com ele, o homúnculo une-se a proteu, perrault a júlio verne, a fada carabosse a d'aguirre, a ciência à magia, a imaginação a um sentido muito penetrante do real, a um gesto mecânico da previsão e da certeza. »
l'histoire du cinéma mondial, georges sadoul
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